sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

6ºC: Presidente Sidónio Pais



Procurei informação sobre Sidónio Pais, porque tive a intenção de aprender mais sobre um presidente que nasceu na minha terra.
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (Caminha, 1 de maio de 1872 — Lisboa, 14 de dezembro de 1918) foi militar e político. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde lecionou Cálculo Diferencial e Integral. Exerceu, entre outros, os cargos de deputado, de ministro do Fomento, de ministro das Finanças, de embaixador de Portugal em Berlim, de ministro da Guerra, de ministro dos Negócios Estrangeiros e de Presidente da República Portuguesa. Como Presidente da República, suspendeu e alterou por decreto algumas normas da Constituição Portuguesa de 1911. Por isso, transformou-se numa das figuras mais polémicas da política portuguesa do século XX. Fernando Pessoa chamou-lhe Presidente-Rei. Em 1966, o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional, na Igreja de Santa Engrácia (Lisboa), aquando da sua inauguração.

Tiago Santos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

5ºA: Versos engraçados

--> A bicharadatudo ou nada

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Vamos falar de bichos
Perigosos e muito manhosos
Na luta pela sobrevivência
A defender a sua existência.

Sou pão para tubarão
Migalha para passarinho
Que come sementes em grão
Até ficar bem gordinho.

A sardinha controlada pela Marinha
Anda a namorar o espadarte →
Que abre caminho no mar
Até parece Napoleão Bonaparte.

O javali andou a foçar
Toda a vida da toupeira
E afinal descobriu
Que era uma grande batoteira.

Temos outro verso ainda

O porco andou a cuscar
Toda a vida da minhoquinha
Para esta história acabar
Vamos para nossa casinha.          

José Pereira e Ricardo Silva
 

5ºD: Versos à maneira de... Luísa Ducla Soares


S de SEIXAS
SEIXAS
As praias
Os cafés
A pesca
Os trabalhos duros
As igrejas
Seixas,
a minha linda terra.

Soraia Durão


S de SEIXAS
Seixas
Sítio de cultivo
de pesca
de gado
dos cafés
da estrada nacional.

Pedro Pinto


S de SEIXAS
Seixas
Local de árvores
de sardinha
do sol
e da alegria
Seixas,
O melhor de Viana do Castelo.

Ricardo Castro


V de Viana (do Castelo)
Viana
Verdes montes
Verdura
Vacas
e varredores de rua.
As vilas de Viana
Vilarelho
Vilar de Mouros.

Martim Fernandes

V de Viana (do Castelo)
Viana
das praias
dos cafés
dos médicos
dos hospitais
dos prédios
dos advogados
das estradas
e das autoestradas.

João J Guerreiro


V de Viana (do Castelo)
Viana,
dos corações de ouro
do traje minhoto
dos bordados regionais
e das festas e romarias.
Viana,
do património,
do rio de cor azul
de praias de areia grossa e fina
e o seu monte de Santa Luzia.
Viana,
do Gil Eanes
dos cafés
da biblioteca
do desporto
dos comboios.

Carolina Cunha

6ºC: Presidente Manuel de Arriaga II

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Este trabalho teve como principal motivação o interesse pela vida de Manuel de Arriaga, 1.º Presidente da República Portuguesa. Depois dos estudos elementares na sua ilha natal, na Horta (Açores), partiu para Coimbra onde cursou os estudos preparatórios. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue foi advogado, professor, escritor e político e um grande orador e membro destacado do  Partido Republicano Português. Também foi o primeiro presidente eleito da República Portuguesa (24 de agosto de 1911), tendo exercido as funções até 29 de maio de 1915, data em que foi obrigado a demitir-se, sendo substituído no cargo por Teófilo Braga que completou o tempo restante do mandato.

Célia e Carlota

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

6ºC: Presidente Manuel de Arriaga I

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Nós escolhemos Manuel de Arriaga para o nosso trabalho, porque foi o 1.º Presidente da República e queríamos saber mais sobre ele. Manuel de Arriaga nasceu em 8 de Julho de 1840, nos Açores, e morreu em 5 de Março de 1917, em Lisboa, viveu até aos 76 anos. O nome completo do 1.º Presidente da República é Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue. Manuel de Arriaga formou-se no ano de 1865 e no ano seguinte abriu escritório de advogado em Lisboa, cidade onde se fixou. Trabalhou como advogado e professor, foi político e acabou por ser o 1.º Presidente da República Portuguesa.
 
Gonçalo e Gustavo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Eu, o grumete


Eu, o grumete

Era uma bela manhã, em Lisboa no dia 18 de fevereiro no ano de 1456 no século XV.  Eu acabara de sair da cama para ir à mulher do pão quando ouvi gritaria vindo do cais. Paguei à mulher, levei o pão e fui ver o que se passava. Era o Infante D. Henrique a gritar com uns grumetes a dizer:
- O quê?! Agora é assim?! Primeiro entrais no barco e depois dizeis que não estais preparados? - Exatamente! Andar de barco para os descobrimentos é muito perigoso!
- Então muito bem, estais despedidos e não quero voltar a ver-vos. Além disso vou contar este acontecimento a El-Rei D. João I e vão encarcerar-vos! Quem quer ser marinheiro? Navegar os mares em busca de ricos tesouros e de novas terras?
Eu pensei que era uma oportunidade de ouro, porque não tinha emprego e se encontrássemos um tesouro ficaria rico. Aceitei. O Infante disse que havia acordo. Também me disse para preparar as bagagens e estar lá dali a um quarto de hora e lá estava. Com as pressas quase não preparei mala nenhuma, só meti roupa e comida em abundância. Partimos. Perguntei ao capitão qual era a minha tarefa. Ele disse que eu era vigilante. Perguntei também qual era o nosso destino e ele disse que encontraríamos o desconhecido. Depois de alguns dias de navegação chegamos a uma zona escura do arquipélago onde havia água roxa e céu vermelho. Sentimos águas remexidas, o barco tremia que nem uma gelatina, e, subitamente, apareceu um polvo gigante, um KRAKEN!!!
- Disparar canhões! -diziam uns.
- Lançar arpões! -diziam outros.
Estavam todos com medo! Eu continuava de vigia na torre e vi, na cabeça dele um ponto fraco e percebi que era a minha vez de atacar. Peguei na minha espada, saltei para cabeça dele e ZÁS, matei-o. Voltei para o barco, o capitão promoveu-me a marinheiro. Depois, tentamos descobrir onde estávamos e quando vimos uma coisa brilhante no horizonte, avançamos e vimos um tesouro enorme. O capitão deitou-lhe a mão e desapareceu de repente. Eu atirei a espada, esta também desapareceu e notámos que era um tesouro maldito e a única maneira de liberá-lo da maldição era levá-lo para outras terras. Fomos empurrando e desaparecendo um a um até que conseguimos trazê-lo para o barco. Sobraram 10 dos 57 marinheiros da tripulação. Nomearam-me capitão e voltamos para Lisboa. Aí conseguimos desenfeitiçar o tesouro e a tripulação ficou rica.

Gabriel Castro, 6.ºC

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A viagem


A viagem

Estavam prontos para partir, a família real estava bem acomodada nos aposentos, estava tudo calmo. Mas nem sempre foi assim, primeiro que a princesa decidisse o que vestir e primeiro que trouxessem os animais para dentro…ai, ai, foi o fim do mundo!!
-Mulher, despachai-vos! Temos que fugir dos franceses!-exclamou D. João, príncipe regente, visto que a rainha, sua mãe, já não dizia coisa com coisa!
-Meu querido João, não tenho certeza disto…E se o barco afunda?- interrogou a princesa, casada com o príncipe, que tinha que ir também e levar os nove filhos que tinham tido ao longo dos anos, tendo o mais velho nove anos.
-Pai, quero levar o Robi! – pede o filho mais velho.
-Está bem, mas porta-te bem!
-Adelaide! Os bebés querem comer!-chama a princesa.
-Dá-lhes de comer no barco!- ordena D. João.
Finalmente estavam todos no barco. Acho que da próxima vez não vão esperar tanto porque avistaram tropas francesas.
A viagem correu bem, todos sobreviveram.

Maria Inês Rodrigues, 6.ºC

domingo, 4 de dezembro de 2016

6ºC: Educação para a Cidadania e História e Geografia de Portugal XI

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A propósito dos Direitos da Criança, os meninos e meninas do 6.º C leram O menino que tinha dois olhos, debateram a mensagem da narrativa e escreveram alguns comentários:

§  Todos diferentes, todos iguais.
§  Um ser humano diferente não deve ser desprezado, pois tem características que podem constituir uma vantagem.
§  Todos temos defeitos e qualidades.
§  Somos todos diferentes, mas todos temos direitos.
§  Temos de olhar para a frente e não para trás: não podemos mudar o passado, mas podemos melhorar o futuro.