quarta-feira, 16 de maio de 2018

6ºE: Aula especial sobre Teatro




No dia 11 de abril, o professor Fernando Borlido visitou a nossa turma (6ºE) para nos falar um pouco sobre “Teatro”. A professora Marisa Barbosa estava a iniciar a leitura e análise do texto dramático “Os Piratas” da autoria de António Pina e o professor Borlido, que leciona Expressão Dramática, foi convidado para nos elucidar sobre este assunto e nos motivar para o estudo da obra. Durante a sua exposição, explicou-nos que o teatro pode ser feito em muitos lugares, como por exemplo, na rua, num palco com teto aberto ou fechado e em articulação com ginástica artística, dança, sombras, gestos, fantoches e muitas outras formas de comunicação. Vimos um PowerPoint e vários vídeos em que o teatro estava a ser representado de diferentes formas e o professor deu-nos algumas informações históricas sobre a evolução do teatro ao longo do tempo e como este está relacionado com cada momento da História. Contou também que tem um amigo que é ator de teatro e que costuma dizer que “o teatro é fácil, mas é preciso fazer…”. Percebemos que para haver teatro é necessário atores e muito trabalho e que pode ser representado com máscaras, acessórios, música e coisas inimagináveis. Percebemos ainda que o público é imprescindível. A aula foi interessante e diferente. Permitiu que aprendêssemos algo novo e que nos sentíssemos inspirados a viver um pouco mais o teatro. Um muito obrigado ao professor Borlido pela sua disponibilidade e pela partilha dos seus conhecimentos.
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domingo, 6 de maio de 2018

6ºA: a propósito de "Os Piratas", de M.A. Pina

Pirata Irene

 
Hoje apresento-vos a Pirata Irene que tem um ar um pouco maligno, como o de uma bruxa, mas é muito medrosa. É alta, magra, tem cabelos loiros, lisos, e usa um chapéu de aventureira preto. Os olhos são escuros como a noite e os lábios finos e vermelhos. A Pirata Irene tem um nariz pontiagudo e grande e, no seu topo, uma verruga. Mas, para além disso, é muito gentil, inteligente, simpática, cuidadosa, engraçada, amável e carinhosa, sobretudo quando não usa a sua espada reluzente.

Belém Costa 
 
 
O pirata Joaquino 



Joaquino era um pirata charmoso com um ar encantador. Era careca e tinha um nariz adunco, dois olhos azuis que brilhavam como safiras polidas e uma pele morena como chocolate quente. Os lábios eram finos e pareciam duas serpentes vermelhas. Joaquino era musculado e os seus músculos pareciam ter sido enchidos de ar que nem balões. Vestia-se com roupas pretas de couro, usava umas botas negras e utilizava um cinto branco. Tinha sempre uma pistola na mão, um chapéu preto muito grande e identificavam-no pelo seu gancho que substituía a mão esquerda. Apesar de ser belo, era egoísta e muito orgulhoso.

José Pereira
 
 
Bala Mortífera



Bala Mortífera é o nome do pirata que tem barba roxa e olho de vidro. A perna esquerda é um osso, mas consegue mexê-la. No seu cinto tem muitas pistolas e a probabilidade de ele acertar na cabeça de alguém é de oitenta porcento. É musculoso e, na boca, tem dentes de ouro. É rabugento e mau, muito muito mau. Se alguém lhe falta ao respeito, acaba na prancha.

Rui Reis  
 
O pirata Celestino

O pirata Celestino era um pirata muito baixo. Tinha os olhos grandes e rasgados e umas sobrancelhas muito grossas e arrebitadas. A sua boca era muito pequena e fina, o nariz grande e pontiagudo, o cabelo curto e encaracolado. O queixo de Celestino era muito afiado e as orelhas pequenas e grossas. Este pirata, ao contrário dos outros, era gentil, carinhoso e solidário, mas também um bocado teimoso. O Celestino gostava muito de dizer piadas e de ajudar os outros, sendo piratas bons ou maus.

Marta Pintassilgo  
 

O Pirata

João Nuno era uma pessoa rude, cruel e grosseira, com uma aparência suja e pouco agradável. Bebia muito e tinha uma barriga parecida com uma bola de basquetebol. A sua maneira de vestir não era nada luxuosa, cobria-se com um trapo qualquer e pendurava ao pescoço um lenço preto e branco às riscas. Usava umas calças pretas, botas de cano médio castanhas e camisa supostamente branca, mas completamente suja. Era um pessoa de estatura alta e volumosa, olhos grandes e pretos, sobrancelha preta e peluda, boca grande e lábios finos, dentes quase nenhuns e podres os que ainda possuía, nariz arrebitado e fino, cabelo curto e preto, queixo redondo coberto de barba escura e orelhas como o Dumbo com lóbulos grossos.

Carlota Cacais  
 

 


Ricardo 



domingo, 29 de abril de 2018

Pesquisa 6ºE: Terramoto de 1755




O sismo de 1755, também conhecido por Terramoto de 1755, aconteceu no dia 1 de novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, especialmente na zona da Baixa, e atingindo ainda Setúbal e grande parte do litoral do Algarve. O sismo foi seguido de um maremoto – que se crê tenha atingido a altura de 20 metros – e de múltiplos incêndios, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos (há quem aponte muitos mais). Foi um dos sismos mais mortais da história – os sismólogos calculam que o sismo de 1755 atingiu magnitudes entre 8,7 a 9 na escala de Richter.

O terramoto fez-se sentir na manhã de 1 de novembro de 1755 às 9:30 ou 9:40 da manhã, dia que coincide com o feriado do Dia de Todos-os-Santos.



BIBLIOGRAFIA: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo_de_Lisboa_de_1755
 
GONÇALO MACIEL 6.º E
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Pesquisa 6ºE: Terramoto de 1755




No dia 1 de novembro de 1755, parte do território português sofreu um terramoto, que se sentiu mais nas cidades de Lisboa e de Setúbal e no Algarve. O terramoto foi seguido de um maremoto e de muitos incêndios.
Morreram cerca de 10 000, só em Lisboa, e muitos edifícios ficaram em ruínas. Também se perderam muitos tesouros, como livros e manuscritos, quadros e objetos de ouro e prata.
Após o terramoto, o rei D. José I e a família real viveram durante alguns anos numa grande construção de madeira, a “Real Barraca”, com medo que o tremor de terra se repetisse e a queda de um edifício os esmagasse. O rei entregou então ao seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, o futuro Marquês de Pombal, a responsabilidade de mandar reconstruir a cidade de Lisboa.
O Marquês de Pombal mandou enterrar os mortos, socorrer os feridos, policiar as ruas e os edifícios para evitar os roubos. Também encomendou a reconstrução da baixa de Lisboa, ao arquiteto Eugénio dos Santos e ao engenheiro Manuel da Maia.

Mariana Sofia Sá Malheiro 6ºE

Pesquisa 6ºE: Marquês de Pombal



Sebastião José de Carvalho e Melo ficou conhecido como secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777). Nobre e diplomata, Conde de Oeiras, o Marquês de Pombal ainda hoje é considerado uma das figuras mais controversas da História de Portugal. Acabou com a escravatura em Portugal Continental a 12 de Fevereiro de 1761, e acabou também com os autos de fé e com a discriminação dos cristãos-novos. A sua ação política ficou marcada por dois acontecimentos: o terramoto de Lisboa de 1755 e, pouco tempo depois, pelo processo dos Távoras.
Bibliografia:
  
Carolina Silva Dias, 6ºE

Pesquisa 6ºE: Invenções do século XIX



Caminho de ferro

A invenção do caminho de ferro está na origem do desenvolvimento de sistemas técnicos muito importantes no século XIX. Em 1814, William Hadley inventou a sua locomotiva a vapor, Puffing Billy, que provou ser possível a adesão da locomotiva aos "rails". Assim nasceu o caminho de ferro. George Stephenson viria a melhorar a locomotiva a vapor sobre carris, utilizada nos transportes a partir de 1829 e que ficou conhecida como "Rocket". Os seus efeitos no mundo foram profundos e os transportes sofreram um aumento significativo.






Máquina de escrever

As primeiras máquinas de escrever a serem produzidas foram as manuais. Mais tarde, surgiram as eletromecânicas, com base de funcionamento mecânico, ajudadas por um motor elétrico para diminuir o esforço e dar maior agilidade na escrita. Em 1808, o italiano Pellegrino Turri introduziu o sistema de teclado. Alguns anos depois, o mecânico norte americano Carlos Thuber criou um modelo aperfeiçoado, com maior rapidez de escrita (1843). Outros nomes como os de Burth, Jenkins e Pogrin, colaboraram para o aperfeiçoamento da máquina de escrever. 

Websites:
Caminho de ferro:
https://www.infopedia.pt/$o-vapor-e-o-caminho-de-ferro-(seculo-xix)
Máquina de escrever:
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever

Mafalda Torres da Cunha, 6.º E



Pesquisa 6ºE: Marquês de Pombal

Marquês de Pombal, de nome próprio Sebastião José de Carvalho e Mello, foi um nobre, diplomata e estadista português. Nasceu em Lisboa em 1699 e faleceu em Pombal em 1782. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777) e iniciou várias reformas administrativas, económicas e sociais. Acabou com a escravatura em Portugal a 12 de fevereiro de 1761, embora tenha continuado a ser praticada nas colónias portuguesas, com exceção da índia. E acabou com discriminação dos cristãos-novos em Portugal. A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o Terramoto de Lisboa de 1755 que destruiu parte da cidade de Lisboa e que fez com que morressem 10 000 pessoas; o Processo dos Távora que foram condenados à morte. Foi também o Marquês de Pombal quem criou várias escolas por todo país, onde se aprendia a ler, a escrever e a contar.     

Bibliografia
Ø  Marquês de Pombal, Clara Dias e José Garcês, Nova história Júnior, Edições ASA

Luna Sousa Alves, 6ºE

sábado, 14 de abril de 2018

Clube de Jornalismo: caricaturas de escritores

Caricaturas de escritores portugueses da autoria do Ricardo Castro, ilustrador do Clube de Jornalismo, orientado pela professora Ana Paula Ribeiro, que reúne e trabalha todas as semanas na Biblioteca.
De 1 a 8, de cima para baixo, quem adivinha quem são? *









* Respostas para o Clube de Jornalismo - entregar à D.Helena, na Biblioteca.

Clube de Jornalismo: Dia Mundial da Poesia


O Dia Mundial da Poesia celebra-se todos os anos no dia 21 de março. O Clube de Jornalismo assinalou-o com o registo de dois belos poemas de João Pedro Mésseder, escritor que o Ricardo Castro (ilustrador sempre atento do Clube) também já desenhou e publicou neste blog.      

                 
A Ana

A Ana acorda,
abre as asas da cabeça
e asinha põe-se a cismar,
depois as asas da voz
e asinha põe-se a cantar,
depois as asas dos pés
e asinha põe-se a correr,
depois as asas das mãos
e asinha põe-se a brincar.
Todo o dia abre as asas,
todo o dia corre a casa,
põe a sala em polvorosa.
Quando cai enfim a noite,
cansada de tanto reinar,
cansada de tanto bulir,
a Ana fecha as asinhas,
num ápice fica a dormir.


Formas (1)

Tem a forma
da redoma.

Chama-se
segredo.

Tem a forma
da chuva.

Chama-se
dor.

Tem a forma
de um muro.

Chama-se
tristeza.

Tem a  forma
de uma pedra.

Chama-se
sílaba.

Tem a forma
da laranja.
Chama-se
desejo.

Tem a forma
de uma árvore.

Chama-se
mãe.

Tem a forma
de uma chave.

Chama-se
pai.

Tem a forma
de um pássaro.

Chama-se
filho.

Tem a forma
da liberdade.

Chama-se
vento.



João Pedro Mésseder, Versos com Reversos

Clube de Jornalismo: Pesquisa sobre Ana Saldanha


Antecipando a presença da escritora Ana Saldanha no Agrupamento Sidónio Pais, durante a Semana da Leitura 2018, o Clube de Jornalismo investigou a autora cuja vida começou no Porto, em 1959.

Ana Saldanha fez o curso de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, um mestrado em Literatura Inglesa em Birmingham e um doutoramento em Literatura Infantil Inglesa e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow (Reino Unido).

Esta autora portuguesa também se dedica à tradução de obras para língua portuguesa.

Até ao momento já recebeu os seguintes prémios:
Gato procura-se – Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2016.
O Galo Que Nunca Mais Cantou e Outras Histórias — Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2010.
O Papão no Desvão — Prémio Nacional de Ilustração 2010.
Para Maiores de Dezasseis — Selecionado pela Biblioteca Internacional da Juventude para a Feira de Bolonha.
O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rodolfa — Melhor Álbum de Ilustração Infantil dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2005.
Uma Questão de Cor — Finalista do Prémio UNESCO em Prol da Tolerância.
Três Semanas com a Avó  — Menção honrosa do Prémio Adolfo Simões Müller.
Círculo Imperfeito — Prémio Cidade de Almada 1994.

Livros publicados pela autora:
1994 - Três semanas com a avó
1995 - Círculo imperfeito; Uma questão de cor; Num reino do norte; Umas férias com música; A caminho de Santiago
1996 - Ninguém dá prendas ao Pai Natal; Animais & C.ª
1997 - Doçura amarga; Irlanda verde e laranja 
1999 - Cinco tempos, quatro intervalos
2000 - Para o meio da rua; Inclusão de poemas em Conto estrelas em ti: 17 poetas escrevem para a infância
2001 - Como outro qualquer; Inclusão do conto O Bazar dos Três Vinténs em Contos da Cidade das Pontes
2002 – Um gorro vermelho; Um espelho só meu
2003 - Uma casa muito doce; Nem pato, nem cisne
2004 - O Pai Natal preguiçoso e a rena Rodolfa; A princesa e o sapo; Pico no dedo
2005 - Dentro de mim; Escrito na Parede
2006 - O Sam e o Som - Sam and Sound  
2006 - O romance de Rita R.
2007 - Mais ou menos meio metro…
2008 - Os Factos da Vida
2011 – Gato procura-se
2012 - O Galo que nunca mais cantou e outras histórias
2013 - Texas - uma aventura no faroeste
2016 - Marcas


Capa Alternativa para a obra de Ana Saldanha Dentro de mim de Tiago Costa






Clube de Jornalismo

(Ana Carolina Rocha, Carolina Rocha, Bruna Mouteira, Clara Vieira, Jéssica Vilarinho,  Laura Ferreira, Luís Marrocos, Maria João Santos, Maria Mendes, Mariana Gonçalves, Mariana Silva,  Ricardo Castro, Rui Sampaio, Soraia Pedrulho, Tiago Costa)