sábado, 11 de março de 2017

6ºC: Presidente Bernardino Machado


Este trabalho foi realizado para conhecer melhor este presidente da 1.ª República Portuguesa.

Bernardino Luís Machado Guimarães nasceu no Rio de Janeiro, em 28 de março de 1851. Foi o único Presidente da República Portuguesa que nasceu fora de Portugal, filho de pai português e de mãe brasileira. Em 1860, veio para Portugal com a sua família. Em 1903 aderiu ao Partido Republicano Português. Em 1915, ganhou as eleições presidenciais, mas a 9 de dezembro de 1917 foi convidado a renunciar ao seu mandato e, pouco depois, exilado. Voltou a Portugal e em 1925 candidatou-se novamente à Presidência da República, tendo sido eleito Presidente da República pela segunda vez. A seguir ao Golpe Militar de 28 de Maio foi de novo exilado. Regressou a Portugal em 1940 e foi-lhe fixada residência pelo governo de Salazar a norte do rio Douro, tendo passado a viver no Palacete de Mantelães, em Paredes de Coura e, mais tarde, nos arredores do Porto. Foi no Porto que faleceu, no dia 29 de abril de 1944, aos 93 anos de idade.

Simão Vilarinho

domingo, 5 de março de 2017

6ºC: General Humberto Delgado


Este trabalho foi feito com a intenção de saber mais sobre Humberto Delgado e de perceber o que se passou na época em que ele foi candidato à presidência da república.

Humberto da Silva Delgado nasceu a 15 de maio de 1906 em Boquilobo (Santarém). Frequentou o Colégio Militar (entre 1916 e 1922) e participou no golpe militar de 28 de Maio de 1926 que derrubou a 1.ª República e implantou a Ditadura Militar que, em 1933, iria dar lugar ao Estado Novo liderado por Salazar. Durante muitos anos apoiou o regime salazarista, mas entre 1952 e 1957 viveu nos Estados Unidos, o que acabou por modificar a sua forma de encarar a política portuguesa. Quando regressou a Portugal, aceitou o convite de opositores ao regime de Salazar para se candidatar à Presidência da República, em 1958, contra o candidato do regime, Américo Tomás, com o apoio de toda a oposição ao Estado Novo. Ficou célebre o que afirmou durante a campanha eleitoral, quando um jornalista lhe perguntou como agiria em relação ao Presidente do Conselho Oliveira Salazar, caso fosse eleito: "Obviamente, demito-o!". Em 1965 foi assassinado pela PIDE.

Ivan Rabeca

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

6ºC: Presidente Teófilo Braga



Este trabalho foi feito com o objetivo de conhecer melhor o Presidente Teófilo Braga.
Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu a 24 de fevereiro de 1843, em Ponta Delgada (Açores), e morreu a 28 de janeiro de 1924, em Lisboa. Foi poeta,  político e ensaísta. Estreou-se na Literatura em 1859 e concluiu a Licenciatura em Direito, na Faculdade de Direito de Coimbra, em 1867. Na sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia, poesia, ficção e filosofia.  
Depois de ter presidido ao Governo Provisório da República Portuguesa, a sua carreira política terminou após exercer o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de maio e 5 de outubro de 1915. 
Teófilo Braga teve uma vida muito relacionada com a política e, quando a abandonou, dedicou-se à escrita.

Joana Gaspar

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

6ºC: Presidente Sidónio Pais



Procurei informação sobre Sidónio Pais, porque tive a intenção de aprender mais sobre um presidente que nasceu na minha terra.
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (Caminha, 1 de maio de 1872 — Lisboa, 14 de dezembro de 1918) foi militar e político. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde lecionou Cálculo Diferencial e Integral. Exerceu, entre outros, os cargos de deputado, de ministro do Fomento, de ministro das Finanças, de embaixador de Portugal em Berlim, de ministro da Guerra, de ministro dos Negócios Estrangeiros e de Presidente da República Portuguesa. Como Presidente da República, suspendeu e alterou por decreto algumas normas da Constituição Portuguesa de 1911. Por isso, transformou-se numa das figuras mais polémicas da política portuguesa do século XX. Fernando Pessoa chamou-lhe Presidente-Rei. Em 1966, o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional, na Igreja de Santa Engrácia (Lisboa), aquando da sua inauguração.

Tiago Santos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

5ºA: Versos engraçados

--> A bicharadatudo ou nada

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Vamos falar de bichos
Perigosos e muito manhosos
Na luta pela sobrevivência
A defender a sua existência.

Sou pão para tubarão
Migalha para passarinho
Que come sementes em grão
Até ficar bem gordinho.

A sardinha controlada pela Marinha
Anda a namorar o espadarte →
Que abre caminho no mar
Até parece Napoleão Bonaparte.

O javali andou a foçar
Toda a vida da toupeira
E afinal descobriu
Que era uma grande batoteira.

Temos outro verso ainda

O porco andou a cuscar
Toda a vida da minhoquinha
Para esta história acabar
Vamos para nossa casinha.          

José Pereira e Ricardo Silva
 

5ºD: Versos à maneira de... Luísa Ducla Soares


S de SEIXAS
SEIXAS
As praias
Os cafés
A pesca
Os trabalhos duros
As igrejas
Seixas,
a minha linda terra.

Soraia Durão


S de SEIXAS
Seixas
Sítio de cultivo
de pesca
de gado
dos cafés
da estrada nacional.

Pedro Pinto


S de SEIXAS
Seixas
Local de árvores
de sardinha
do sol
e da alegria
Seixas,
O melhor de Viana do Castelo.

Ricardo Castro


V de Viana (do Castelo)
Viana
Verdes montes
Verdura
Vacas
e varredores de rua.
As vilas de Viana
Vilarelho
Vilar de Mouros.

Martim Fernandes

V de Viana (do Castelo)
Viana
das praias
dos cafés
dos médicos
dos hospitais
dos prédios
dos advogados
das estradas
e das autoestradas.

João J Guerreiro


V de Viana (do Castelo)
Viana,
dos corações de ouro
do traje minhoto
dos bordados regionais
e das festas e romarias.
Viana,
do património,
do rio de cor azul
de praias de areia grossa e fina
e o seu monte de Santa Luzia.
Viana,
do Gil Eanes
dos cafés
da biblioteca
do desporto
dos comboios.

Carolina Cunha

6ºC: Presidente Manuel de Arriaga II

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Este trabalho teve como principal motivação o interesse pela vida de Manuel de Arriaga, 1.º Presidente da República Portuguesa. Depois dos estudos elementares na sua ilha natal, na Horta (Açores), partiu para Coimbra onde cursou os estudos preparatórios. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue foi advogado, professor, escritor e político e um grande orador e membro destacado do  Partido Republicano Português. Também foi o primeiro presidente eleito da República Portuguesa (24 de agosto de 1911), tendo exercido as funções até 29 de maio de 1915, data em que foi obrigado a demitir-se, sendo substituído no cargo por Teófilo Braga que completou o tempo restante do mandato.

Célia e Carlota

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

6ºC: Presidente Manuel de Arriaga I

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Nós escolhemos Manuel de Arriaga para o nosso trabalho, porque foi o 1.º Presidente da República e queríamos saber mais sobre ele. Manuel de Arriaga nasceu em 8 de Julho de 1840, nos Açores, e morreu em 5 de Março de 1917, em Lisboa, viveu até aos 76 anos. O nome completo do 1.º Presidente da República é Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue. Manuel de Arriaga formou-se no ano de 1865 e no ano seguinte abriu escritório de advogado em Lisboa, cidade onde se fixou. Trabalhou como advogado e professor, foi político e acabou por ser o 1.º Presidente da República Portuguesa.
 
Gonçalo e Gustavo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Eu, o grumete


Eu, o grumete

Era uma bela manhã, em Lisboa no dia 18 de fevereiro no ano de 1456 no século XV.  Eu acabara de sair da cama para ir à mulher do pão quando ouvi gritaria vindo do cais. Paguei à mulher, levei o pão e fui ver o que se passava. Era o Infante D. Henrique a gritar com uns grumetes a dizer:
- O quê?! Agora é assim?! Primeiro entrais no barco e depois dizeis que não estais preparados? - Exatamente! Andar de barco para os descobrimentos é muito perigoso!
- Então muito bem, estais despedidos e não quero voltar a ver-vos. Além disso vou contar este acontecimento a El-Rei D. João I e vão encarcerar-vos! Quem quer ser marinheiro? Navegar os mares em busca de ricos tesouros e de novas terras?
Eu pensei que era uma oportunidade de ouro, porque não tinha emprego e se encontrássemos um tesouro ficaria rico. Aceitei. O Infante disse que havia acordo. Também me disse para preparar as bagagens e estar lá dali a um quarto de hora e lá estava. Com as pressas quase não preparei mala nenhuma, só meti roupa e comida em abundância. Partimos. Perguntei ao capitão qual era a minha tarefa. Ele disse que eu era vigilante. Perguntei também qual era o nosso destino e ele disse que encontraríamos o desconhecido. Depois de alguns dias de navegação chegamos a uma zona escura do arquipélago onde havia água roxa e céu vermelho. Sentimos águas remexidas, o barco tremia que nem uma gelatina, e, subitamente, apareceu um polvo gigante, um KRAKEN!!!
- Disparar canhões! -diziam uns.
- Lançar arpões! -diziam outros.
Estavam todos com medo! Eu continuava de vigia na torre e vi, na cabeça dele um ponto fraco e percebi que era a minha vez de atacar. Peguei na minha espada, saltei para cabeça dele e ZÁS, matei-o. Voltei para o barco, o capitão promoveu-me a marinheiro. Depois, tentamos descobrir onde estávamos e quando vimos uma coisa brilhante no horizonte, avançamos e vimos um tesouro enorme. O capitão deitou-lhe a mão e desapareceu de repente. Eu atirei a espada, esta também desapareceu e notámos que era um tesouro maldito e a única maneira de liberá-lo da maldição era levá-lo para outras terras. Fomos empurrando e desaparecendo um a um até que conseguimos trazê-lo para o barco. Sobraram 10 dos 57 marinheiros da tripulação. Nomearam-me capitão e voltamos para Lisboa. Aí conseguimos desenfeitiçar o tesouro e a tripulação ficou rica.

Gabriel Castro, 6.ºC