quinta-feira, 12 de maio de 2016

Matemática: problema do mês de maio


O caracol alpinista

Um caracol quer subir um muro de pedra, que tem 10 metros de altura, para poder comer uma folha de couve que lá se encontra. De dia sobe 3 metros, mas durante a noite (enquanto descansa) escorrega 2 metros. Quantos dias demora o caracol a chegar ao cimo do muro? Explica como chegaste à tua resposta.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Matemática: problema do mês de abril


O Zacarias, a Carla e o Luís são três amigos muito divertidos. Certo dia, por entre risos e travessuras, depararam-se com um grande enigma:

 «Nós somos três amigos...
 Unidos por convicção.
 Nossos pés são seguidos,
 No número do sapatão!»

Sabendo que a soma dos números dos seus sapatos é 111 e que os números são ímpares, descobre o número do sapato dos três amigos.

sábado, 19 de março de 2016

6ºB e 6ºD: Diários "à maneira de" Afonso Cruz


Apresentamos aqui um dos mais gratificantes efeitos da presença de Afonso Cruz no nosso agrupamento nesta Semana da Leitura 2016. Do conhecimento dos seus livros e do trabalho da professora de Português, Ana Paula Ribeiro, com os seus alunos do 6ºB e 6ºD (turmas da escola-sede), resultaram criativos diários "à maneira" do escritor e ilustrador português, particularmente inspirados no "Livro do Ano", um dos preferidos pelos jovens leitores caminhenses.


Diário “à maneira de” Afonso Cruz

6.º B

3 de fevereiro
No dia do meu aniversário sentei-me à sombra de uma bananeira e caiu-me um coco em cima da cabeça.

5 de fevereiro
Na minha terra, as pessoas dizem que o que dói faz bem. Ontem, atirei-me do muro mas, acreditem ou não, não me fez nada bem.

28 de fevereiro
Dantes pensava que as árvores tinham folhas, agora sei que as folhas têm árvores.

31 de abril
Ia ter avaliação na aula de dança e não tinha estudado nada. Então fui a dançar pela rua mas, como o caminho era longo, cheguei à aula com as pernas às costas.

6 de maio
Escrevi estas frases com uma borracha e apaguei-as com o meu lápis.
Mais tarde, sequei o meu peteiro e enriqueci o meu jardim.

18 de maio
À noite, a lua persegue-me.

1 de junho
É estranho pensar que somos o centro do universo e que tudo gira à nossa volta.

24 de junho
Perguntaram-me quantos anos tinha e eu respondi que a minha comida favorita era salmão com um pouco de sal.

29 de junho
Na escola, à porta da sala de aula, em vez de bater à porta, a porta é que bateu em mim.

40 de junho
Fui à cozinha buscar água, porque estava com sede. Depois, sentei-me em frente da televisão e como a televisão estava seca, dei-lhe de beber.

2 de julho
Hoje tive pena de um cão que estava a ser perseguido por uma gaivota.

9 de julho
No dia dos meus anos fizeram-me um bolo tão giro que, em vez de o comer com a boca, comi-o com os olhos.

3 de agosto
As pessoas do Instituto das Pessoas Normais pensam que os aviões voam no céu, mas na verdade o céu é que voa nos aviões.

34 de agosto
A Lua não desceu à Terra, a Terra é que subiu à Lua. As estrelas não brilham no escuro, o escuro é que ilumina as estrelas.

4 de setembro
Estamos no mês em que o verão nos abandona ou em que o outono nos expulsa?
10 de setembro
Achava que as pessoas conduziam os carros, mas agora acho que os carros é que conduzem as pessoas.

24 de setembro
Toda a gente diz que tudo cresce com a água. Então, fui buscar um copo de água e deitei-o por cima do meu computador, mas a sua memória não aumentou.

32 de setembro
Estamos no segundo dia que não existe em setembro.

57 de setembro
Vim até ao jardim e reparei nas folhas. Perguntei-me porque é que pintamos em folhas de papel e não em folhas de árvore.

5 de outubro
Hoje o chão explodiu em mim e até fiquei com o seu sangue no meu joelho.

7 de dezembro
Hoje é o dia em que vou acabar o meu diário. Amanhã o meu diário vai começar um diário sobre mim.







Diário “à maneira de” Afonso Cruz

6.º D

12 de março
Hoje acordei na escola. Levantei-me, vesti o pijama e fui para casa.

15 de março
Ao meio-dia fui jantar, estava com fome. Fiquei cheio, por isso, à noite, apenas lanchei. Olhei para o relógio – já era uma da manhã, decidi ir dormir mas, como estava de pijama, fui vestir-me.

21 de março
As flores começam a florir, mas eu não as quero ver. Por isso, deito-lhes chuva de outono.

14 de abril
Foi o dia do meu aniversário. Como de costume não recebi nenhum presente.
O dia estava de trovoada. Os gelados derretiam de frio e apanhei um escaldão devido à chuva intensa.

2 de julho
Levantei-me, tomei o pequeno-almoço, lavei os dentes, vesti-me e fui dormir.

4 de outubro
Acordei maldisposta, ainda por cima no dia do meu aniversário. Escovei os dentes na escola e vesti-me no guarda-fatos. O meu pai estava a dormir de pé e de olhos abertos. O meu irmão tomava banho no contentor do lixo. Tudo estava diferente.

6 de outubro
O meu irmão faz anos hoje, mas ontem à noite não se lembrava de nada. Só reparei quando ele vestiu as calças na cabeça e a camisola na cabeça. Calçou as meias nas mãos. Levei-o ao médico, mas nada resultou.

18 de novembro
A minha irmã, em vez de ralhar comigo, calçou as botas ao contrário. Do cachecol fez um chapéu e as luvas foram parar às orelhas. Parece que o mundo se virou ao contrário.

7 de dezembro
Levantei-me da cama sem me vestir, porque já estava atrasada. Fui a correr pelo aeroporto até à escola, demorei três horas, percebi logo que não era o melhor caminho. Entrei pela porta da frente de um supermercado e saí pela das traseiras coberta de couves. Por causa das couves, não vi nada, fui ter a um cais e, por engano, entrei num cruzeiro de luxo. Quando reparei, estava a caminho da Austrália.

32 de dezembro
Estava a passear na rua, como normalmente, mas com as calças de camisola e a camisola de calças. Não vá o diabo tecê-las e aparecer por aí o homem do Instituto das Pessoas Normais.


quarta-feira, 2 de março de 2016

Matemática: problema do mês de março

UMA BOA NOTÍCIA…

Quando chegou à escola às nove horas, o João deu uma boa notícia aos amigos Pedro e Tiago: “Portugal vai participar no Campeonato da Europa de Futebol que se realiza em França”. Nos cinco minutos seguintes, o Pedro contou a novidade à Ana e à Rita e o Tiago informou o Zé e a Mariana. Cada um dos alunos que ouvia a novidade contava-a a dois colegas, sempre num prazo de cinco minutos. Às nove e meia, quantos meninos da escola sabiam a notícia?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

8ºA: Clássicos Contados às Crianças (testemunho)

Nos dias onze e dezoito de janeiro, no tempo da aula de Português, o 8ºA da Escola Básica e Secundária de Caminha, acompanhado pela nossa professora Teresa Pereira e ainda pela professora Helena Brás, deslocou-se às escolas primárias de Caminha e Vilarelho. Tínhamos treinado durante semanas para dramatizar a peça “O Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente. Nesta peça existem duas barcas: a do céu e a do inferno, e ao longo da peça aparecem várias personagens que falam com o anjo e o diabo a fim de ver  para que barca iam. A primeira personagem, o fidalgo, foi para o inferno pois em vida tinha desprezado os menos afortunados. Quem se lhe seguiu foi a agiota que foi obviamente para o inferno pois emprestava dinheiro a quem precisava e em troca recebia ainda mais. A seguinte personagem a ser testada foi o parvo, o único que passou para o céu pois ele não tinha errado por maldade. A última personagem a entrar em cena foi o frade comilão que apesar de rezar e de saber falar latim, tinha comido muito bem à mesa dos ricos enquanto havia pessoas a morrer à fome.
No fim da nossa leitura e após muitos aplausos, perguntámos quem tinha estado atento e se tinham percebido a moral da história. As crianças responderam bem, afirmando que a moral era que deviam ser bem comportados para poderem ir para o céu. Na opinião das crianças, foi muito divertido e educativo e todos anseiam por que se dramatizem mais peças.                                                                        
Catarina Oliveira

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

6ºA: Terreiro do Paço ou Praça do Comércio?


O Terreiro do Paço, ou Praça do Comércio, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, numa zona onde se localizou o Paço da Ribeira mandado construir pelo rei D. Manuel I no final do século XV. Com efeito, D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira foi destruído pelo terramoto de 1755 e, após a reconstrução da Baixa Lisboeta, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal e foi-lhe dado o nome de Praça do Comércio, sendo uma das maiores praças da Europa. Em homenagem a D. José I, em 1775, foi colocada no centro desta praça uma estátua deste rei.

Sara Guerreiro Rodrigues

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

6ºA: Quem foi D. José I?


D. José nasceu em 1714. Era filho de D. João V e D. Maria Ana de Áustria. Casou, em 1729, com D. Mariana Vitória de quem teve quatro filhas. Em 1750, quando subiu ao trono, D. José confiou a governação de Portugal a Sebastião José de Carvalho e Melo e fez dele Ministro do Reino. Também lhe concedeu os títulos de Conde de Oeiras e, pouco depois, de Marquês de Pombal. O Marquês de Pombal era defensor de um estilo político que dava ao rei um poder absoluto. Em 1777, D. José morreu e o seu ministro foi afastado do poder.

Mónica Carvalho
(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

6ºA: O que aconteceu durante a Guerra Civil?


Uma guerra civil é uma guerra entre pessoas do mesmo país. Portugal viveu uma situação de guerra civil durante dois anos, entre 1832 e 1834. Em 1821 o Rei D. João VI de Portugal regressou do Brasil para, já1822, jurar e fazer cumprir a nova Constituição Liberal. Quando D. João morreu, em 1826, sucedeu-lhe o filho mais velho D. Pedro, na altura Imperador do Brasil.  D. Pedro chega a acordo com o seu irmão D. Miguel para este ser regente de Portugal e casar com D. Maria da Glória, herdeira do trono, quando esta chegasse à maioridade.  Em 1828, D. Miguel desrespeitou o acordo com D. Pedro e aclamou-se rei de Portugal, dissolvendo as Cortes e impondo um regime absolutista. A guerra civil não tardaria entre os defensores de D. Miguel (absolutistas) e os liberais apoiados por D. Pedro, imperador do Brasil. Os liberais foram cercados no Porto, mas conseguiram organizaram uma armada que desembarcou no Algarve. D. Miguel dirigiu-se com o seu exército para sul, mas acabou por ser derrotado nas batalhas de Almoster e Asseiceira. Pouco depois, assinou um acordo de paz, a Convenção de Évora Monte, e foi expulso de Portugal.

Maria João Oliveira
(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

6ºA: Como se vivia na Corte de D. João V?


A Corte de D. João V tornou-se famosa pela sua riqueza e luxo. Os objetos de decoração eram de prata, as peças de loiça vinham da Índia e os móveis, papeleiras, contadores e cómodas entre outros, eram de madeiras exóticas, como o pau-brasil.
Para mostrar toda a sua riqueza, D. João v organizava bailes onde se dançava ao som do violino. Para além dos bailes, faziam-se vários jogos, assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais. Era também muito apreciada a ópera.
Muitas vezes o rei organizava riquíssimos banquetes, onde se serviam 40 ou mais pratos e, à sobremesa, os doces eram variados. O café, o chá e o chocolate eram servidos em peças de ouro, prata e porcelana. No final das refeições, os homens aspiravam o seu rapé (pó de tabaco).
O luxo na corte também se refletia na aparência física das pessoas. Tornou-se comum o uso de perucas com cachos, de enfeites de ouro e pedras preciosas que vinham do Brasil, de pó de arroz, de brilhos e a utilização de perfumes, tal como era habitual na corte francesa. Nesta época, a higiene corporal não era um hábito e, por esta razão, usavam-se perfumes em grandes quantidades.

Tomás Ribeirinho Soares

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

Matemática: problema do mês de janeiro



O problema da idade!

Este ano, a idade do Pedro é um múltiplo de 3. O ano passado, era múltiplo de dois. No próximo ano, será múltiplo de 4. Quantos anos poderá ter o Pedro?

Nota: Apresenta todas as soluções possíveis! Não te esqueças que o ser humano pode chegar aos 100 anos de idade!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

6ªA : Quem foi D.Maria I ?


D. Maria foi a primeira rainha de Portugal. Era filha do rei D. José I e de Dona Mariana Vitória e nasceu em 17 de dezembro de 1734. Foi a mais velha de quatro irmãs. Maria Francisca casou com o tio D. Pedro e tiveram vários filhos, tendo apenas sobrevivido D. José, D. João e D. Mariana. No seu reinado, foram realizadas obras de vulto, como a Academia das Ciências, a Real Academia da Marinha ou a Real Biblioteca Pública de Lisboa, entre outras. A ela se deve o monumento da Basílica da Estrela, riquíssima de esculturas e recheio. A rainha, muito ligada aos problemas dos mais desprotegidos, reabriu as audiências populares, interrompidas no tempo do pai. Era respeitada e amada e o marido esteve sempre do seu lado. Foi ele que comprou o palácio de Queluz onde viveram. Com a morte de seu marido (1786), a viúva D. Maria I de Portugal entrou num estado de loucura e em 1799 D. João herdou o reino. Com a partida para o Brasil, em 1807, devido à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, as manifestações de loucura foram aumentando. Embarcou contrariada para o Brasil, onde faleceu aos oitenta e um anos, em 20 de março de 1816 .

Marta Laranjeira

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

6ºA: Quem foi... Eugénio dos Santos?

Eugénio dos Santos nasceu em março de 1711, em Aljubarrota, e morreu em 5 de agosto de 1760, em Lisboa. Frequentou a Aula de Fortificação, de Arquitetura Militar, e desenvolveu uma carreira brilhante, tendo desempenhado cargos de elevada distinção. Em 1750 foi nomeado inspetor das obras da corte, como as Paço da Ribeira e de outros paços reais. Eugénio dos Santos foi arquiteto do senado de Lisboa, tendo sido convidado por Manuel da Maia para colaborar no levantamento dos destroços do terramoto de 1755 e foi o arquiteto responsável pela reconstrução da baixa pombalina. Colaborou ainda na construção do hospital das Caldas da Rainha. A sua obra mais notável foi a praça do Comércio que abre os horizontes de Lisboa.

Inês Pinheiro

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

6ºA: Quem foi D. João V?

D. João V nasceu em Lisboa, a 22 de outubro de 1689, recebendo o nome de João Francisco António José Bento Bernardo, e faleceu em Lisboa, a 31 de julho de 1750, tendo sido sepultado no Mosteiro de S. Vicente de Fora. Casou em 9 de junho de 1708 com D. Maria Ana de Áustria. Do casamento nasceram 10 filhos. D. João V, filho de D. Pedro e de Maria Sofia de Neubourg, foi aclamado rei em 1707. Para além da Guerra da Sucessão, em Espanha, o Brasil foi a sua principal preocupação. Para lá, tratou D. João V de mandar muitos emigrantes e de aumentar a cultura do açúcar. Apesar disso, Portugal entrou numa fase de dificuldades económicas, devidas ao contrabando do ouro do Brasil e às dificuldades do Império do Oriente. Para além destes, outros problemas surgiram: insubordinação de alguns nobres, quebras de disciplina conventual, intensificação do ódio ao judeu. É no reinado de D. João V que o barroco se manifesta com grande riqueza na arquitetura, no mobiliário, no azulejo e na ourivesaria.

Inês Bártolo Chagas

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro) 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

6ºA: O que foi o Terramoto de 1755?

A maior catástrofe natural que ocorreu em Portugal foi o terramoto de Lisboa de 1755. Este terramoto afetou outras áreas de Portugal e sentiu-se no sul de França e no norte de África. No terramoto, morreram cerca de 60 mil pessoas. Destas, cerca de 20 mil morreram em Lisboa, presume-se que nessa altura viveriam em Lisboa cerca de 250 mil pessoas. O terramoto aconteceu no dia 1 de novembro de 1755. Como era dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa. Nas casas e nos altares da igreja as pessoas tinham muitas velas acesas e, nas habitações, as pessoas tinham deixado as lareiras acesas. O primeiro abalo sentiu-se às 9h45 da manhã. Nessa altura começaram a cair casas e prédios e muitas pedras para a rua. Foram muitas as pessoas que ficaram soterradas nas igrejas. O rio Tejo invadiu as ruas da cidade, os barcos que estavam no rio afundaram-se. Muitas casas incendiaram-se. A seguir ao primeiro abalo seguiram-se muitos outros. A baixa de Lisboa ficou destruída. As pessoas fugiam e levavam consigo tudo o que podiam. Mais tarde, D. José I, que era  o rei nessa época, ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade. O Marquês de Pombal transformou toda esta área: mandou construir a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e fazer as ruas paralelas e perpendiculares.

Mariana Carrilho 

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

6ºA: O que era a Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício?

A  Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício procurava os culpados de não seguirem a  religião  católica. As  vítimas  eram  principalmente os cristãos-novos, ou seja, os judeus obrigados a converterem-se ao catolicismo, mas qualquer outra pessoa podia ser acusada de praticar em segredo feitiçarias, magias ou rituais. Os condenados eram torturados e muitas das vezes queimados na praça pública, e essas cerimónias eram os “Autos de Fé”. Durante esse tempo, foi feita uma lei que proibia a todos de insultarem, apedrejarem ou cuspirem os condenados à fogueira. Com o Marquês de Pombal, o Tribunal da Inquisição deixou de ser um tribunal de censura e passou a ser um tribunal normal. O Marquês também acabou com as diferenças entre cristãos-novos e cristãos-velhos. O Tribunal do Santo Ofício foi extinto no ano 1821, após a Revolução Liberal de 1820.

Inês Barrocas

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Matemática: problema do mês de novembro


Três agricultores eram proprietários de um carvalho centenário que existia no centro de uma propriedade. A produção, nesse ano foi fantástica. Nunca aquele carvalho tinha tido tantas bolotas… Os agricultores, depois de colherem as bolotas das árvores, resolveram enchê-las em vários sacos de 5Kg para serem mais fáceis de transportar e armazenaram-nos num grande palheiro.
De manhã cedo, levantou-se o primeiro e resolveu servir-se da sua parte. Repartiu os sacos em três partes iguais e verificou que sobrava um saco. Tirou a sua parte, e deitou o saco que sobrava ao rio, para evitar zangas.
O segundo fez o mesmo: como não sabia que o seu amigo já se tinha servido, separou os sacos em três partes iguais e como sobrava um, deitou-o fora...
E com o terceiro aconteceu exatamente o mesmo.
Quando se encontraram à noite ficaram muito admirados com o que tinha acontecido e acertaram as contas, incluindo os 14 sacos que o terceiro agricultor ainda tinha deixado no palheiro.
Quantos sacos havia inicialmente?

terça-feira, 10 de novembro de 2015

6ºA: Quem foi o Padre António Vieira?

António Vieira nasceu em Lisboa, a 6 de fevereiro de 1608. Morreu a 18 de julho de 1697, em Salvador da Baía-Brasil. Quando partiu para o Brasil, era ainda uma criança. Foi estudar para um colégio de Jesuítas, onde se tornou um aluno exemplar. Era uma pessoa tão dotada que se tornou professor de retórica. Ingressou na ordem de Jesus e ordenou-se sacerdote. Para além de professor e sacerdote, foi também diplomata e missionário. António Vieira sempre mostrou um grande interesse pela diversidade humana, pelos hábitos e línguas. A sua luta principal foi defender os Índios e os escravos e ficou conhecido por eles como “Pai Grande”. O Padre António Vieira ficou célebre pelos seus sermões. Fernando Pessoa chamou-lhe “Imperador da Língua Portuguesa”. Uma das obras mais importantes e também a mais conhecida foi o “Sermão de Santo António aos Peixes”. Este sermão foi pregado no Maranhão, Brasil, no dia 13 de junho de 1654, no dia de Santo António.  O Padre dedicou-se ainda a escrever cartas e profecias e foi responsável pelo desenvolvimento da prosa na época barroca.  Por defender tanto índios como judeus, foi condenado pela Inquisição à prisão e esteve preso durante dois anos.

Sara Barreto

(Disciplina de História e Geografia de Portugal - professora Ana Paula Ribeiro)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Matemática: problema do mês de outubro



Os quatro amigos, a Ana, o Beto, a Carla e o David vão fazer o habitual lanche mensal. As profissões deles são: escritor, biólogo, farmacêutico e médico, mas não necessariamente por esta ordem.
*David disse ao biólogo que a Carla vinha a caminho e trazia morangos.
*A Ana está sentada em frente ao médico e ao lado do farmacêutico.
*O médico não disse nada.
Qual a profissão de cada pessoa?

sexta-feira, 5 de junho de 2015

6ºD: Passeio à Magikland


No dia 26 de maio de 2015, os alunos do 6.ºano da Escola Básica e Secundária Sidónio Pais, Caminha, inscritos na disciplina de Educação Moral Religiosa Católica, juntamente com alguns professores, realizaram uma visita de estudo à Magikland, em Penafiel. A Magikland é um parque temático com várias diversões como por exemplo, montanha russa, casa assombrada, canoas, o elefante, a roda gigante, etc. Após uma viagem cheia de ansiedade e curiosidade, chegamos a Penafiel por volta das 10:30min e tivemos oportunidade, ao longo do dia, de desfrutar de todas as diversões que estavam à nossa disposição.
De facto, passamos um dia muito agradável e repleto de emoções, porém sentimos falta de alguns dos nossos colegas que não foram a esta visita de estudo. Gostámos imenso, trouxemos connosco recordações memoráveis e esperamos que nos próximos anos possamos repetir!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

6ºD: Comemoração do Dia da Criança

No passado dia 1 de junho, fomos comemorar o Dia Mundial da Criança no Estádio de Futebol Morber, no Camarido. Todos os alunos do 2.ºCiclo participaram nas atividades desportivas e culturais propostas pelos professores. Iniciámos uma caminhada da escola até ao Camarido, acompanhados pelos docentes e auxiliados por um carro da GNR que nos facilitou a passagem nos locais mais perigosos.  De manhã, decorreu o torneio de futebol, seguido por karts, peddy-paper e corrida de obstáculos. Após o almoço, tivemos oportunidade de realizar e de assistir a diversas atividades culturais – dança, leitura, canto, etc. No final, a turma vencedora foi premiada, mas o mais importante é que todos nos divertimos imenso, cumprindo o grande objetivo do dia que era ser feliz!